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	<title>TIC EDUCAÇÃO</title>
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		<title>TIC EDUCAÇÃO</title>
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		<title>Literatura Infanto – juvenil: contributos para a educação das crianças/jovens com Necessidades Educativas Especiais</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 18:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emiliabaliza</dc:creator>
				<category><![CDATA[literatura infanto juvenil]]></category>
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		<description><![CDATA[Resumo da comunicação efetuada no I Congresso de Literatura Infanto Juvenil e novas tecnologias &#8211; Literatic Refletir em torno do contributo que a literatura infantil pode ter  para a educação das crianças/jovens com NEE foi o  grande desafio que me &#8230; <a href="http://emiliabaliza.wordpress.com/2012/01/15/literatura-infanto-juvenil-contributos-para-a-educacao-das-criancasjovens-com-necessidades-educativas-especiais/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=128&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resumo da comunicação efetuada no I Congresso de Literatura Infanto Juvenil e novas tecnologias &#8211; <a title="Literatic" href="http://www.literatic.net/" target="_blank">Literatic </a></p>
<p>Refletir em torno do contributo que a literatura infantil pode ter  para a educação das crianças/jovens com NEE foi o  grande desafio que me foi colocado pelo Literatic &#8211; I Congresso de Literatura Infanto-juvenil e Novas Tecnologias.</p>
<p><a href="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2012/01/literatura-infantil2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-148" title="Literatura Infantil" src="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2012/01/literatura-infantil2.png?w=500&#038;h=376" alt="" width="500" height="376" /></a>O recurso à tecnologia, seja o livro em papel, seja digital ou outras formas de aceder ao escrito é da maior importância para a educação de todas as crianças/jovens. E se falarmos de literatura infantil estaremos na presença de um recurso fundamental para ensinar, aprender e incluir as diferenças proporcionando aos seus utilizadores formas lúdicas de crescerem psicologicamente e resolverem conflitos apropriando-se dos códigos sociais. É permitir o acesso aos alunos com NEE às experiências que os outros alunos têm.</p>
<p>É reconhecida à literatura infantil a função de proporcionar prazer, de auxiliar no crescimento psicológico através do envolvimento intelectual, sensorial e emotivo, contribuindo para a inclusão por propiciar a aceitação da diferença.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emiliabaliza.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emiliabaliza.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emiliabaliza.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emiliabaliza.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emiliabaliza.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emiliabaliza.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emiliabaliza.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emiliabaliza.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emiliabaliza.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emiliabaliza.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emiliabaliza.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emiliabaliza.wordpress.com/128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emiliabaliza.wordpress.com/128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emiliabaliza.wordpress.com/128/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=128&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Literatura Infantil</media:title>
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		<title>TIC – Incluir ou Integrar</title>
		<link>http://emiliabaliza.wordpress.com/2012/01/15/tic-incluir-ou-integrar/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 18:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emiliabaliza</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação inclusiva]]></category>
		<category><![CDATA[necessidades educativas especiais (NEE)]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologias de informação e comunicação (TIC)]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Inclusiva;]]></category>
		<category><![CDATA[NEE]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia; comunidade de prática; princípios de design de tecnologia; colaboração.]]></category>

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		<description><![CDATA[Resumo da comunicação efetuada no BITE 29 e 30 de Novembro de 2010 &#8211; Madeira Vivemos numa sociedade democrática, a sociedade do conhecimento onde a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) está generalizada. Os recursos tecnológicos desenvolvidos para &#8230; <a href="http://emiliabaliza.wordpress.com/2012/01/15/tic-incluir-ou-integrar/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=112&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resumo da comunicação efetuada no <a title="Educatic - BITE" href="http://www.educatic.info/bite-programa" target="_blank">BITE </a></p>
<p>29 e 30 de Novembro de 2010 &#8211; Madeira</p>
<p>Vivemos numa sociedade democrática, a sociedade do conhecimento onde a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) está generalizada.</p>
<p>Os recursos tecnológicos desenvolvidos para responder às pessoas com necessidades educativas especiais (NEE) são muitos, sendo a sua introdução no quotidiano de quem deles necessita considerada um factor central no processo de equidade.</p>
<p>São cada vez mais as pessoas que encontram nas tecnologias um ponto de apoio para o seu desenvolvimento constituindo-se estas para os alunos com NEE uma forma para compensar a deficiência/incapacidade. São vários os motivos que justificam a utilização das tecnologias com as pessoas com NEE, dos quais podemos destacar: a possibilidade de proporcionar aos alunos com NEE novas opções para participar e realizar tarefas de ensino aprendizagem; potenciar as habilidades/capacidades dos alunos com NEE; aceder à informação, interagindo com outros na internet; possibilitar oportunidades na utilização do e-learning; motivar e aumentar a auto estima permitindo que os alunos com NEE não se sintam diferentes dos pares; permitir feedback ao aluno sobre os erros, sem fazer comentários negativos nem críticas desmotivadoras; facilitar a imersão do sujeito na sociedade do conhecimento e a sua integração sócio laboral, entre outras.</p>
<p>As vantagens decorrentes da utilização das TIC para os alunos com NEE são diversas, dependendo do tipo de deficiência, contudo pdemos assinalar as seguintes (Almenara, J;Pérez, M; Batanero, J.; 2007: 11-27): ajudam a superar as limitações decorrentes de deficiências cognitivas, sensoriais e motoras; favorecem a autonomia, a comunicação síncrona e assincrona com os pares e professores; auxiliam no diagnóstico dos alunos; proporcionam momentos de lazer; permitem poupar tempo na aquisição de habilidades e destrezas e favorecem, entre outras, o sentido de êxito académico e pessoal.</p>
<p>A Educação dos alunos com NEE carece da introdução de metodologias e tecnologias/produtos de apoio que auxiliem o seu processo educativo. Se as tecnologias invadem o nosso quotidiano, para as pessoas com deficiência elas poderão fazer a diferença permitindo-lhes a possibilidade de comunicar, fazer escolhas, controlar o meio envolvente ou adquirir níveis desejáveis de independência/autonomia aumentando a sua dignidade e auto consideração.</p>
<p><a href="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2012/01/bite11.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-152" title="bite" src="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2012/01/bite11.png?w=500&#038;h=374" alt="" width="500" height="374" /></a></p>
<p><a href="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2012/01/bite2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-153" title="bite" src="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2012/01/bite2.png?w=500&#038;h=376" alt="" width="500" height="376" /></a></p>
<p>O enquadramento legal existente prevê a inclusão de todos os alunos no sistema educativo regular, independentemente de terem ou não uma situação de deficiência: “A educação inclusiva visa a equidade educativa, sendo que por esta se entende a garantia de igualdade, quer no acesso quer nos resultados. No quadro da equidade educativa, o sistema e as práticas educativas devem assegurar a gestão da diversidade da qual decorrem diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas dos alunos” (Dec Lei 3/2008). De acordo com o supracitado Decreto Lei as Tecnologias de apoio são entendidas como “os dispositivos facilitadores que se destinam a melhorar a funcionalidade e a reduzir a incapacidade do aluno, tendo como impacte permitir o desempenho de actividades e a participação nos domínios da aprendizagem e da vida profissional e social” <a href="http://sitio.dgidc.min-edu.pt/especial/Documents/dl_n_3_2008.pdf">(Decreto Lei 3/2008,</a> Artigo 22.º).</p>
<p>Reflectir em torno da Educação Inclusiva e do papel que desempenham as TIC para responder aos alunos com NEE, como e quando são utilizadas por estes é o grande desafio que nos propomos com a presente comunicação. Para muitos alunos com NEE a introdução das TIC é o “passaporte” para a melhoria da sua qualidade de vida, para conseguirem acesso à actividade e participação.</p>
<p>No entender de Chácon a planificação da introdução das TIC no campo das NEE deve  ser uma ferramenta que permita o desenvolvimento pessoal, a realização de actividades e o desfrutar de situações individuais, assim como a participação plena nas actividades envolventes, repercutindo-se directamente na forma como as pessoas com deficiência podem desenvolver uma vida mais activa e autónoma, aumentado a sua dignidade e auto-estima (Chácon citado por Almenara &amp; all, 2007).</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emiliabaliza.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emiliabaliza.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emiliabaliza.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emiliabaliza.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emiliabaliza.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emiliabaliza.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emiliabaliza.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emiliabaliza.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emiliabaliza.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emiliabaliza.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emiliabaliza.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emiliabaliza.wordpress.com/112/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emiliabaliza.wordpress.com/112/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emiliabaliza.wordpress.com/112/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=112&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Educação Inclusiva: As TIC como resposta às NEE´s</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 18:14:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emiliabaliza</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação inclusiva]]></category>
		<category><![CDATA[necessidades educativas especiais (NEE)]]></category>
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		<category><![CDATA[educação inclisiva]]></category>
		<category><![CDATA[NEE]]></category>

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		<description><![CDATA[Resumo da Comunicação efetuada no  III Seminário de Educação Inclusiva 22 e 23 de Outubro de 2010 &#8211; Lisboa A utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) está generalizada na sociedade. São muitos os recursos tecnológicos desenvolvidos para responder &#8230; <a href="http://emiliabaliza.wordpress.com/2012/01/15/educacao-inclusiva-as-tic-como-resposta-as-nee%c2%b4s/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=120&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resumo da Comunicação efetuada no  <a title="III Seminário Educação Inclusiva - livro de Resumos" href="http://www.ceief.ulusofona.pt/images/stories/LIVRO_RESUMOS_III_SEMINARIO_EDUCACAO_INCLUSIVA.pdf" target="_blank">III Seminário de Educação Inclusiva</a></p>
<p>22 e 23 de Outubro de 2010 &#8211; Lisboa</p>
<p>A utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) está generalizada na sociedade. São muitos os recursos tecnológicos desenvolvidos para responder às pessoas com necessidades educativas especiais (NEE), sendo a sua introdução no quotidiano de quem deles necessita considerada um factor central no processo de equidade.</p>
<p>O ensino e a aprendizagem com a tecnologia para alunos com NEE são duas áreas da educação que sofreram um rápido desenvolvimento nas últimas décadas. Deu-se um grande investimento no desenvolvimento das TIC e nas políticas e práticas em Educação Especial que permitiram a criação de oportunidades e condições sem precedentes para a inclusão de todos os alunos em experiências de aprendizagem significativas.</p>
<p>São cada vez mais as pessoas que encontram nas tecnologias um ponto de apoio para o seu desenvolvimento constituindo-se estas para os alunos com NEE uma forma para compensar a deficiência/incapacidade. A justificação para a introdução das tecnologias de apoio nas aulas regulares e de apoio parece ter a ver com as seguintes razões: proporcionar aos alunos com NEE novas opções para participar e realizar tarefas de ensino aprendizagem; potenciar as habilidades/capacidades dos alunos com NEE; aceder à informação, interagindo com outros na internet; possibilitar oportunidades na utilização do e-learning; motivar e aumentar a auto estima permitindo que os alunos com NEE não se sintam diferentes dos pares; permitir feedback ao aluno sobre os erros, sem fazer comentários negativos nem críticas desmotivadoras.</p>
<p>Não obstante o atrás referido o uso das tecnologia na sala de aula é menos frequente e mais contido do que o previsto, e ainda se encontram por concretizar mudanças significativas nos processos de aprendizagem e no aproveitamento do potencial das TIC, contudo apesar da natureza universal da tecnologia no quotidiano ser elevada a aprendizagem com as TIC ocorre na maioria das vezes fora dos ambientes formais de ensino.</p>
<p>A Educação dos alunos com NEE carece da introdução de metodologias e tecnologias/produtos de apoio que auxiliem o seu processo educativo. Porque as tecnologias invadem o nosso quotidiano, mas para as pessoas com deficiência elas poderão fazer a diferença permitindo-lhes a possibilidade de comunicar, fazer escolhas, controlar o meio envolvente ou adquirir níveis desejáveis de independência.</p>
<p>Mas como responde a Escola a todos os alunos?</p>
<p>Prevendo o enquadramento legal existente a inclusão de todos os alunos no sistema educativo regular, independentemente de terem ou não uma situação de deficiência. “A educação inclusiva visa a equidade educativa, sendo que por esta se entende a garantia de igualdade, quer no acesso quer nos resultados. No quadro da equidade educativa, o sistema e as práticas educativas devem assegurar a gestão da diversidade da qual decorrem diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas dos alunos” (Dec Lei 3/2008).</p>
<p>O Decreto-Lei 3/2008 prevê como medidas educativas (Capítulo IV, Artigo 16.º) a aplicar: <em>a</em>) Apoio pedagógico personalizado; <em>b</em>) Adequações curriculares individuais; <em>c</em>) Adequações no processo de matrícula; <em>d</em>) Adequações no processo de avaliação; <em>e</em>) Currículo específico individual; <em>f</em>) Tecnologias de apoio; as quais se destinam a melhorar a funcionalidade e a reduzir a incapacidade do aluno”.</p>
<p>As Tecnologias de apoio são entendidas como “os dispositivos facilitadores que se destinam a melhorar a funcionalidade e a reduzir a incapacidade do aluno, tendo como impacte permitir o desempenho de actividades e a participação nos domínios da aprendizagem e da vida profissional e social” <a href="http://sitio.dgidc.min-edu.pt/especial/Documents/dl_n_3_2008.pdf">(Decreto Lei 3/2008,</a> Artigo 22.º). De acordo com o supracitado Dec Lei quando falamos de Tecnologias de Apoio referimo-nos a todos os produtos ou serviços derivados das tecnologias de reabilitação que servem para melhorar as condições de vida das pessoas com deficiência.</p>
<p><a href="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2012/01/educac3a7c3a3o-inclusiva-e-tic1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-156" title="educação inclusiva e TIC" src="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2012/01/educac3a7c3a3o-inclusiva-e-tic1.png?w=500&#038;h=365" alt="" width="500" height="365" /></a></p>
<p>Reflectir em torno da Educação Inclusiva e do papel que desempenham as TIC para responder aos alunos com NEE é o grande desafio que nos propomos com a presente comunicação, porque para muitos alunos com NEE a introdução das TIC é o “passaporte” para a melhoria da sua qualidade de vida, para conseguirem acesso à actividade e participação.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emiliabaliza.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emiliabaliza.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emiliabaliza.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emiliabaliza.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emiliabaliza.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emiliabaliza.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emiliabaliza.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emiliabaliza.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emiliabaliza.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emiliabaliza.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emiliabaliza.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emiliabaliza.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emiliabaliza.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emiliabaliza.wordpress.com/120/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=120&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>2009 &#8211; Ano Internacional da Reconciliação</title>
		<link>http://emiliabaliza.wordpress.com/2009/02/07/2009-ano-internacional-da-reconciliacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 13:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emiliabaliza</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o ano de 2009 como o Ano Internacional da Reconciliação. A Resolução 61/17 das Nações Unidas (disponível em várias línguas) expressa a determinação em concretizar os processos de reconciliação nas sociedades afectadas ou &#8230; <a href="http://emiliabaliza.wordpress.com/2009/02/07/2009-ano-internacional-da-reconciliacao/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=99&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:&quot;">A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o ano de 2009 como o Ano Internacional da Reconciliação. A <a href="http://www.un.org/Docs/journal/asp/ws.asp?m=A/RES/61/17" target="_self"><span style="color:blue;">Resolução 61/17 </span></a>das Nações Unidas (disponível em várias línguas) expressa a determinação em concretizar os processos de reconciliação nas sociedades afectadas ou divididas por conflitos, descrevendo tais processos como necessários para o firme estabelecimento da paz duradoura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:&quot;">A Assembleia Geral das Nações Unidas convidou os governos das sociedades em conflito, organizações internacionais e não-governamentais para apoiarem os processos de reconciliação. Convidou-os ainda a implementar programas culturais, educacionais e sociais adequados para promover o conceito de reconciliação, que podem incluir a realização de conferências e seminários e a disseminação da informação sobre este assunto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emiliabaliza.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emiliabaliza.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emiliabaliza.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emiliabaliza.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emiliabaliza.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emiliabaliza.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emiliabaliza.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emiliabaliza.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emiliabaliza.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emiliabaliza.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emiliabaliza.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emiliabaliza.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emiliabaliza.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emiliabaliza.wordpress.com/99/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=99&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Formação à distância e E-learning – análise de um caso</title>
		<link>http://emiliabaliza.wordpress.com/2008/12/27/formacao-a-distancia-e-e-learning-%e2%80%93-analise-de-um-caso/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 23:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emiliabaliza</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-Learning]]></category>
		<category><![CDATA[Moodle]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando falamos de formação à distância podemos referir-nos a módulos ou cursos desenvolvidos em regime de e/b-learning. E se o primeiro prevê unicamente a aprendizagem on line com possibilidades de interacção síncrona e assíncrona a modalidade b-learning contempla dois tempos &#8230; <a href="http://emiliabaliza.wordpress.com/2008/12/27/formacao-a-distancia-e-e-learning-%e2%80%93-analise-de-um-caso/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=90&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Quando falamos de formação à distância podemos referir-nos a módulos ou cursos desenvolvidos em regime de e/b-learning. E se o primeiro prevê unicamente a aprendizagem on line com possibilidades de interacção síncrona e assíncrona a modalidade b-learning contempla dois tempos distintos: o presencial e o online.</p>
<p style="text-align:justify;">A utilização do e-learning traz vantagens em termos de tempo e espaço (taxonomia clássica de Wenger e all, 2005) e ritmo de aprendizagem com possibilidade e ser gerido pelo aprendente.</p>
<p style="text-align:justify;">Optou-se, pela análise do espaço disponível on-line (Figura1), alojada no MOODLE da DGIDC, em (<a href="http://moodle.crie.min-edu.pt/course/view.php?id=113">http://moodle.crie.min-edu.pt/course/view.php?id=113</a>).</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-91" title="sem-titulo1" src="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2008/12/sem-titulo1.jpg?w=500&#038;h=312" alt="sem-titulo1" width="500" height="312" /></p>
<p style="text-align:justify;">Figura1- Moodle da DGIDC</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Razões subjacentes à selecção efectuada</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Acedeu-se ao espaço durante a pesquisa na Internet. O espaço encontra-se com acesso directo das escolas da Lousada em <a href="http://adsl.eb1-n1-cnespereira.edu.pt/">http://adsl.eb1-n1-cnespereira.edu.pt/</a>, onde é referido como um instrumento de aprendizagem electrónica on-line &#8220;com múltiplas possibilidades e trabalho partilhado de toda a comunidade educativa da Lousada&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A disciplina SeguraNet em: <a href="http://moodle.crie.min-edu.pt/course/view.php?id=113">http://moodle.crie.min-edu.pt/course/view.php?id=113</a> do Projecto CRIE, destina-se a utilizadores individuais ou a Escolas e tentar formar a comunidade para a Segurança na Internet, sendo uma das várias disciplinas no mesmo projecto.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Organização e funcionamento do curso</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A inscrição na disciplina é facultativa. A vantagem da inscrição, a meu ver, é de sentido de pertença a uma comunidade de prática e a referência de um professor como suporte/apoio associado à disciplina.</p>
<p style="text-align:justify;">A interacção entre os participantes é assíncrona, relativamente ao tempo e ao espaço, não estando previstos momentos síncronos nem a obtenção de certificação. O papel das TIC na formação à distância é de suporte ao tradicional.</p>
<p style="text-align:justify;">O curso está organizado em Módulos:</p>
<p style="text-align:justify;">(1) Módulos de Formação Segurança na Internet;</p>
<p style="text-align:justify;">(2) Recursos;</p>
<p style="text-align:justify;">(3) Actividades SeguraNet;</p>
<p style="text-align:justify;">(4) Material de apoio a Workshops;</p>
<p style="text-align:justify;">(5) ligações úteis.</p>
<p style="text-align:justify;">São ainda disponibilizados:</p>
<p style="text-align:justify;">- Recursos (que incluem publicações, jogos on-line; estudos, vídeos on-line);</p>
<p style="text-align:justify;">- Novos Documentos;</p>
<p style="text-align:justify;">- Actividades SeguraNet;</p>
<p style="text-align:justify;">- Material de Apoio &#8211; Workshops;</p>
<p style="text-align:justify;">- Ligações úteis.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada módulo oferece ao aprendente conteúdos de apoio, Actividades e vídeos, estando prevista através dos fóruns a troca de experiências e partilha de conhecimentos ou software <em>free</em> que ajuda os intervenientes, e ainda a colocação de dúvidas entre os utilizadores.</p>
<p style="text-align:justify;">O aprendente pode gerir o seu tempo e espaço, assim como adaptar a sua forma de aprender em função das suas preferências e modos de o fazer e aprender, porque são-lhe disponibilizados os materiais/conteúdos de suporte, os vídeos e as actividades para treino e validação de conhecimentos. As dinâmicas tanto podem ser individuais como de trabalho colaborativo, embora a análise do espaço permita constatar que os espaços colaborativos são assíncronos e realizam-se nos fóruns.</p>
<p style="text-align:justify;">O modelo de aprendizagem subjacente parece ser o construtivismo uma vez que o sujeito vai construindo a sua aprendizagem e opção pelos módulos em função das suas necessidades e preferências sempre com suporte à f</p>
<p style="text-align:justify;">A utilização da plataforma é fácil, mesmo para o utilizador pouco familiarizado com o MOODLE.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora não apresente as características de outros espaços de aprendizagem on-line, de que é exemplo o Instituto Nacional da Administração (INA) em <a href="http://elearning.ina.pt/index.php">http://elearning.ina.pt/index.php</a>.(Figura2).</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-92" title="sem-titulo" src="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2008/12/sem-titulo.jpg?w=500&#038;h=312" alt="sem-titulo" width="500" height="312" /></p>
<p style="text-align:justify;">Figura2- INA</p>
<p style="text-align:justify;">O elearning.ina.pt esclarece o visitante ou futuro aluno relativamente a:</p>
<p style="text-align:justify;">Teoria e prática da aprendizagem online; o que é o e-learning; Quais as mais-valias do e-learning? A quem se destina o e-learning? &#8211; que perfis de utilizadores; Quais as características de um curso e-learning?; Calendário de Formação e duração; Quais as modalidades utilizadas no INA?</p>
<p style="text-align:justify;">Do ponto de vista sócio-económico as relações custo/benefício parecem ser indiscutíveis, contudo do ponto de vista pedagógico os modelos caracterizam-se pela transposição do modelo pedagógico do ensino presencial (Aires, 2006?).</p>
<p style="text-align:justify;">Referências bibliográficas:</p>
<p style="text-align:justify;">Aires, Luísa (    ). Comunicação e Aprendizagem <em>Online: </em>Que percursos?</p>
<p style="text-align:justify;">Loureiro, Maria José; Moreira, António; Dias, Maria Bastos (200?). Avaliação de ambientes colaborativos de aprendizagem <em>online</em> na Plataforma de <em>ELEARNING</em>PROF2000.</p>
<p><em> </em></p>
<p align="center">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emiliabaliza.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emiliabaliza.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emiliabaliza.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emiliabaliza.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emiliabaliza.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emiliabaliza.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emiliabaliza.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emiliabaliza.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emiliabaliza.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emiliabaliza.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emiliabaliza.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emiliabaliza.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emiliabaliza.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emiliabaliza.wordpress.com/90/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=90&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Comunidades De Prática</title>
		<link>http://emiliabaliza.wordpress.com/2008/12/05/comunidades-de-pratica/</link>
		<comments>http://emiliabaliza.wordpress.com/2008/12/05/comunidades-de-pratica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 00:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emiliabaliza</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia; comunidade de prática; princípios de design de tecnologia; colaboração.]]></category>

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		<description><![CDATA[Para Wenger, White, Smith e Rowe (2005) uma comunidade de prática (COP) refere-se a uma prática social ligada à existência de um conjunto de pessoas que se reconhecem mutuamente como associadas a um conjunto determinado de saber fazer e que &#8230; <a href="http://emiliabaliza.wordpress.com/2008/12/05/comunidades-de-pratica/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=82&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Para Wenger, White, Smith e Rowe (2005) uma comunidade de prática (COP) refere-se a uma prática social ligada à existência de um conjunto de pessoas que se reconhecem mutuamente como associadas a um conjunto determinado de saber fazer e que acabam por ser reconhecidas pelos outros como pertencentes à categoria.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Ainda, segundo os autores as comunidades de prática apresentam três características: o empenhamento mútuo, o empenhamento conjunto e o reportório partilhado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">O papel das tecnologias do ponto de vista da comunidade é visto como vagas cíclicas de criatividade onde esta se articula com a criatividade ao serviço dos mercados, a sua utilidade ao serviço da comunidade e as evoluções decorrentes do seu uso, as quais se repercutem na resposta do mercado; iniciando assim nova vaga de criatividade inventiva.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">O mercado tecnológico para as comunidades de prática evoluiu significativamente permitindo a sua utilização de acordo com o tempo e o lugar em: (i) diferentes tempos e lugares; (ii) diferente tempo e o mesmo lugar; (iii) o mesmo tempo e lugar e (iiii) o mesmo tempo e diferente lugar (taxonomia clássica tempo/lugar de Wenger e all, 2005).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">As ferramentas comunitárias definidas em diagrama pelos autores são assim vistas num campo complexo de actividades, em que na parte exterior do círculo são colocadas as interacções assíncronas, as interacções síncronas e as publicações, e ao nível mais central a participação individual e o cultivo comunitário. Contudo, a evolução do mercado tecnológico tem sido crescente o que originou o surgimento de ferramentas híbridas que ajudam as pessoas a fazer a ponte entre as diferentes actividades e plataformas capazes de acomodar todas as actividades da comunidade. Se por um lado as comunidades de prática combinam ferramentas, e plataformas que respondam às suas necessidades por outro lado adaptam outros recursos tecnológicos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">De acordo com Wenger e all a integração tecnológica faz-se na lógica do estabelecimento de pontes apontando caminho para a produção de oferta tecnológica sob o formato de módulos compatíveis com produtos normalizados e que podem ir desde simples ferramentas colocadas noutros aplicativos com as quais falam ou interagem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">A estrutura de análise da comunidade tecnológica combina as ferramentas/plataformas na lógica de/para em quatro níveis:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- a configuração das tecnologias usadas pela comunidade e pelos seus membros;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- as plataformas de suporte ao pacote tecnológico;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- as ferramentas que suportam actividades específicas;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- as características das ferramentas e plataformas que as tornam utilizáveis ou diferenciáveis de outras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">A chave do sucesso tecnológico parece estar em manter o foco na comunidade, nas suas circunstâncias, aspirações, membros e actividades (Wenger e all, 2005).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Uma grande variedade de circunstâncias das comunidades implica o desenvolvimento de tecnologias para as comunidades actuais de acordo com as suas características: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- os membros da comunidade possuem níveis diferentes de acesso às tecnologias;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- algumas comunidades com poucos fundos económicos utilizam ferramentas <em>free</em> e de fácil acesso (exemplo do email) ou ainda software livre que requer conhecimentos tecnológicos; </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- Comunidades com fundos económicos elevados que optam pela utilização de aplicações em servidor;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- algumas comunidades residentes em organizações e que necessitam de manter sigilo nas informações partilhadas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Desenvolver tecnologias para as comunidades actuais não é diferente de o fazer com outros propósitos. Os princípios do Design de boa tecnologia devem ser aplicados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Princípios de Design de Tecnologia:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- Design para cada uso e aprendizagem (é um princípio de simplificação de utilização e de aprendizagem);</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- Design para a evolução ou de evolução (tecnologia que pode evoluir, ou seja permitir “crescer” de acordo com as necessidades do utilizador tanto individualmente como em comunidade);</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- Design </span><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;" lang="EN-US">de </span><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">“proximidade na mão”(soluções que se encontram à distância de um <em>clic</em>, ou seja ferramentas usadas quotidianamente são preferíveis, como por exemplo o email por permitir a dupla vantagem da interacção em comunidade e por ser usado em grande parte pelas pessoas no trabalho e na vida social);</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">- Design para diferentes usos ou utilizações (as perspectivas de utilização das tecnologias respondem a um propósito individual ou de comunidade em que a participação é geralmente voluntária com intensidade variável através de diferentes comunidades e projectos).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">De acordo com os princípios propostos por Wenger considero como mais pertinentes para o desenvolvimento duma comunidade de prática o princípio de Design para cada uso e aprendizagem e o Design para a evolução ou de evolução.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Estes dois princípios, a meu ver são determinantes na constituição duma comunidade de prática até para o utilizador individual, porque se as tecnologias não forem simples de operar e de se aprender criam barreira à sua utilização e se não permitirem o crescimento ou ajustamento às necessidades no tempo e no espaço podem ser limitadoras por travarem o crescimento e o acesso a outras formas de organização.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Para além dos aspectos referidos, outros têm que ser tidos em conta aquando da utilização das tecnologias tais como a sua configuração, que sendo um processo complexo, está dependente de circunstâncias variadas, e deve reflectir a constituição da comunidade, o seu estado de desenvolvimento e diversidade, e ainda prever um leque de actividades que respondam às diferentes formas de aprender dos seus membros com ferramentas que permitam a participação individual, o cultivo da comunidade, a participação síncrona e assíncrona e ainda a publicação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">As características das ferramentas parecem ser a chave do sucesso das tecnologias porque directa ou indirectamente facilitam ou condicionam a participação da comunidade, seja pelo preço ou pelas características de utilização.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Os criadores de software devem escutar as necessidades das comunidades devendo estas envolver-se activamente no processo, sobretudo aquelas cujas necessidades dependem directamente das tecnologias.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;"> </span><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Referências bibliográficas:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Santos, M. (<span>    </span>). <em>Um olhar sobre o conceito de comunidades de prática</em>. Comunidades de Prática.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;">Wenger, E.; White, N.<span>  </span>Smith, J.; Rowe, K. (2005). Technology for communities. CEFRIO Book Chapter.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="line-height:115%;font-family:&quot;font-size:12pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;"> </span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emiliabaliza.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emiliabaliza.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emiliabaliza.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emiliabaliza.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emiliabaliza.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emiliabaliza.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emiliabaliza.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emiliabaliza.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emiliabaliza.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emiliabaliza.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emiliabaliza.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emiliabaliza.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emiliabaliza.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emiliabaliza.wordpress.com/82/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=82&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>6º encontro APEDI &#8211; diversidade e gestão curricular</title>
		<link>http://emiliabaliza.wordpress.com/2008/11/07/6%c2%ba-encontro-apedi-diversidade-e-gestao-curricular/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 02:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emiliabaliza</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[currículo]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[           <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=52&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><a href="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2008/11/22_nov_programa1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-60" title="6º encontro APEDI - diversidade e gestão curricular" src="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2008/11/22_nov_programa1.jpg?w=500&#038;h=707" alt="6º encontro APEDI - diversidade e gestão curricular" width="500" height="707" /></a> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> </span></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emiliabaliza.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emiliabaliza.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emiliabaliza.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emiliabaliza.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emiliabaliza.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emiliabaliza.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emiliabaliza.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emiliabaliza.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emiliabaliza.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emiliabaliza.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emiliabaliza.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emiliabaliza.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emiliabaliza.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emiliabaliza.wordpress.com/52/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=52&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">6º encontro APEDI - diversidade e gestão curricular</media:title>
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		<title>De que se fala quando falamos de “wiki”?</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 00:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emiliabaliza</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[artefacto tecnológico]]></category>
		<category><![CDATA[wiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Por consenso “Wiki” é o termo atribuído ao software colaborativo que permite edição colectiva de documentos sem revisão prévia à sua publicação, através da utilização da Internet.   A Wiki enquanto artefacto tecnológico, dadas as suas características permite a construção &#8230; <a href="http://emiliabaliza.wordpress.com/2008/11/07/de-que-se-fala-quando-falamos-de-%e2%80%9cwiki%e2%80%9d/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=49&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"></span></span></div>
<p><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:black;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="color:black;">Por consenso “Wiki” é o termo atribuído ao software colaborativo que permite edição colectiva de documentos sem revisão prévia à sua publicação, através da utilização da Internet.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">A Wiki enquanto artefacto tecnológico, dadas as suas características permite a construção colectiva do saber. Como? – Porque os visitantes podem colaborar ou cooperar com os seus conhecimentos para o desenvolvimento de uma ideia (chuva e ideias ou brainstorming) do grupo independentemente do local onde se encontrem e ao mesmo tempo, se assim o desejarem.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:150%;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">O processo de colaboração inicia-se com o propósito de efectuar ou concluir um “trabalho” ou “tarefa”. A tarefa ou trabalho carece duma “coordenação” para que o objectivo seja eficazmente alcançado evitando a repetição de abordagens, negociando e tomando decisões relativamente às tarefas e dando cumprimento aos prazos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">Por outro lado é um software<em> free</em>, logo ao alcance de qualquer comunidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">Assim a wiki apresenta-se como um bom mediador colaborativo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">As desvantagens da utilização decorrem dos temas tratados correrem o risco de ficarem pelo carácter opinativo, ou seja nem sempre fiável.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">A utilização deste artefacto parece ser uma boa opção em termos educacionais, porque permite a transmissão e a construção de conhecimento substituindo a sala de aula, o lápis, o papel e o quadro pelo teclado do computador e pela Internet. É exactamente este aspecto que Paraskeva e Oliveira (2006) questionam referindo que: “de nada valerá uma tecnologia informacional e comunicacional que contribua para a mesma forma e conteúdos curriculares” exigindo os conteúdos de ensino reforma de acordo com os autores.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">Pensar estas ferramentas com bom senso tendo o cuidado de não as deixar ser invasivas tanto da privacidade como da nossa identidade é fundamental.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">Apesar de ser atribuída à tecnologia um papel de relevo, tem-se verificado que o deslumbramento inicial rapidamente se desvanece, evidenciando-o, os projectos de ensino à distância que fracassaram.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">A utilização do E-learning será semelhante para crianças/alunos e para adultos?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">De acordo com Ross (2006) refere que de acordo com o relatório <em>Fool´s Gold “</em>os 30 anos de investigação em tecnologia educativa produziram somente uma relação clara entre os computadores e a aprendizagem das crianças” referindo os programas de repetição e prática, os que apresentam um impacto mais significativo nos desempenhos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">São igualmente relatados os argumentos da <em>Alliance for Childhood</em> que “argumenta que o que é bom para adultos e estudantes mais velhos é muitas vezes inapropriado para jovens”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">A <em>Alliance for Childhood </em>vai mais longe ao sustentar que, “ enquanto que para as crianças com certas incapacidades a tecnologia traz benefícios claros, para a maioria das crianças os computadores trazem (ou contribuem par trazer) riscos para a saúde, sérios problemas de desenvolvimento, tais como caso de stress repeitivo, tensão ocular, obesidade e isolamento social”. Este fenómeno, das mudanças tecnológicas rápidas, é apelidado por James Gleick de “doença da pressa” (Ross, 2006).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">Para alguns autores “ estamos a usar a tecnologia informática não porque ela ensina melhor, mas porque perdemos a vontade política de fundamentar a educação adequadamente” (Sherry Turkle , citado por Ross, 2006). A própria <em>Alliance for Childhood</em> afirma que os computadores ligam as crianças a jogos banais, a conteúdos para adultos inapropriados e a publicidade agressiva. “ A distância que a tecnologia promove é o oposto do que as crianças precisam – relações próximas com atenção dos adultos” (citado por Ross, 2006).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">Miranda (2007) enuncia aspectos, que os professores devem acautelar, relacionados com o ensino e aprendizagem e as tecnologias aquando da sua utilização para que se produza aprendizagem efectiva:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">- as tecnologias enquanto ferramentas informáticas devem ser usadas como novos formalismos para tratar e representar a informação – a aprendizagem e o tratamento da informação com alguma perícia (domínio da linguagem escrita, sistema decimal, operações aritméticas, sistemas de classificação, e de representação) adquirida durante o 1º ciclo (9 e 10 anos) até à mestria. De acordo com a autora “ o que acontece é que os sistemas informáticos, considerados como novos formalismos para tratar e representar a informação, ancorados nos sistemas convencionais, vão modificar o modo como as crianças estão habituadas a aprender e também amplificar o seu desenvolvimento cognitivo” (Miranda, 2007). O uso destas ferramentas permitirá aumentar as aprendizagens gerando novas aprendizagens. Este trabalho tem no entanto de ser estruturado e acompanhado pelo professor, que deverá conhecer bem as ferramentas, para que se operem resultados.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">- as tecnologias para apoiar na construção de conhecimentos significativos – de acordo com a autora “ a aprendizagem é um processo (re) construtivo, cumulativo, auto-regulado, intencional e também situado e colaborativo” (Miranda, 2007).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">Entende-se por processo (re) construtivo que os alunos constroem novos conhecimentos a partir das estruturas e representações já adquiridas; a aprendizagem cumulativa significa que os alunos aprendem com base m aprendizagens anteriores; aprendizagem auto-regulada – o apoio do professor é fundamental para este desenvolva competências de trabalho e hábitos de estudo dando-lhe intencionalidade. Quanto aos a considerar a aprendizagem situada e colaborativa a autora refere a falta de provas científicas que provem o seu real papel. A criação de comunidades de aprendizagem facultadas pelo recurso à Internet são uma opção (aprendizagem situada), mas o contexto facilita ou inibe a aplicação de conhecimentos?; “dizer que a aprendizagem é colaborativa  significa que esta se faz em contextos e práticas sociais que implicam a colaboração entre iguais e destes com adultos que, em princípio, se tornam tutores que modelam progressivamente determinados conhecimentos e atitudes”. Miranda (2006) adverte que ”a Internet pode facilitar esta aprendizagem colaborativa, se o professor criar projectos onde alunos (e outros adultos) possam realizar actividades, resolver problemas em cooperação e participar em tarefas comuns” contudo “ nem todas as aprendizagens se fazem de modo colaborativo e nem todos os estudantes gostam e aprendem nestes ambientes”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">- as tecnologias para desenvolver projectos, integrando criativamente as tecnologias – as tecnologias devem ser integradas nas actividades curriculares, não devem ser acrescentadas às mesmas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">Pelo atrás exposto fica claro que ao implementar ou desenvolver um módulo, curso em regime e E &#8211; learning não podemos perder de vista o fim para que foi criado nem a forma como as pessoas aprendem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">Parece-nos que a utilização da wiki apresenta vantagens que se prendem com a facilidade de acesso e o facto de permitir o desenvolvimento do trabalho colaborativo, contudo é necessário o seu uso com sensatez tendo em conta que as provas científicas da sua eficácia são praticamente nulas. A idade dos utilizadores parece ser outro aspecto a ter em atenção uma vez que a investigação apenas tem encontrado correlação positiva decorrente da sua utilização para as pessoas com certas incapacidades.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="color:black;">Face ao exposto a utilização da wiki ou doutra ferramenta tecnológica deverá ser equacionada sempre numa perspectiva integrativa no currículo em que o seu domínio por parte do professor é fundamental. A tecnologia é um meio nunca um fim.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><em><span style="text-decoration:underline;"></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><em><span style="text-decoration:underline;"><span style="line-height:150%;color:black;font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;">Referências bibliográficas:</span></span></span></em></p>
<p><span style="line-height:150%;font-family:&quot;color:black;font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;">Miranda, Guilhermina Lobato (2007). Limites e potencialidades das TIC na educação. Sísifo.Revista de Ciências da Educação, 3, pp. 41-50. Consultado em http://sisifo.fcpe.ul.pt</span></span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:&quot;color:black;font-size:10pt;">Paraskeva, J.; Oliveira, Lia (2006). Currículo e Tecnologia Educativa. Limites e potencialidades. Currículo e Tecnologia Educativa, Vol I. Mangualde: Edições Pedago, Lda</span></span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:&quot;color:black;font-size:10pt;">Ross, Wayne (2006). As expectativas e os perigos do E-Learning. Currículo e Tecnologia Educativa, Vol I. Mangualde: Edições Pedago, Lda</span></span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:&quot;color:black;font-size:10pt;">Wiki consultado em (Outubro de 2008) em </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wiki"><span style="font-family:Times New Roman;color:#0068cf;"><span style="color:#0068cf;font-size:xx-small;">http://pt.wikipedia.org/wiki/Wiki</span></span></a></span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:&quot;color:black;font-size:10pt;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p> </p>
<p></span></span></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emiliabaliza.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emiliabaliza.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emiliabaliza.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emiliabaliza.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emiliabaliza.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emiliabaliza.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emiliabaliza.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emiliabaliza.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emiliabaliza.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emiliabaliza.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emiliabaliza.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emiliabaliza.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emiliabaliza.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emiliabaliza.wordpress.com/49/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=49&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Teorias de Aprendizagem e ambientes informatizados</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 00:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emiliabaliza</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem com tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino programado]]></category>

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		<description><![CDATA[Ambientes e aprendizagem informatizados caracterizam-se pela concepção de micromundos informáticos (ex: Logo, STI) ou ainda de programas multimédia (ex: conjugação de várias ferramentas como o texto, o desenho, o som, a imagem e a programação (Miranda, 2008). Do ponto de &#8230; <a href="http://emiliabaliza.wordpress.com/2008/11/06/teorias-de-aprendizagem-e-ambientes-informatizados/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=32&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Ambientes e aprendizagem informatizados caracterizam-se pela concepção de micromundos informáticos (ex: Logo, STI) ou ainda de programas multimédia (ex: conjugação de várias ferramentas como o texto, o desenho, o som, a imagem e a programação (Miranda, 2008).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Do ponto de vista conceptual e de forma simplista, o Ensino Assistido por computadores (EAC) deu origem à Educação Baseada em computador, cuja evolução e complexidade culminou na construção de ambientes de aprendizagem informatizados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Os princípios estruturantes do ensino programado, foram aplicados ao uso do computador permitindo constatar maior eficácia (Suppes e Bitzer, 1959, 1962 in Miranda, 2008). São seis os princípios que norteiam o ensino programado (Holland, 1959 in Miranda, 2008):</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- a participação activa do aluno;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- a divisão de tarefas em partes de fácil resolução;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- a aprendizagem com grau crescente e complexidade;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- o “feed-back”imediato;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- a adaptação ao ritmo de cada aluno;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- a possibilidade de êxitos parciais e constantes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">A evolução e massificação do acesso aos sistemas multimédia parecem ser geradores de equidade. Miranda (2008) refere que podemos correr o risco de, “o conhecimento poder tornar-se uniforme, igualitário e superficial. Ganha-se em poder de acesso, mas perde-se em particularidades e em profundidade”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">É a alteração do paradigma educativo: da ala de aula para o trabalho individual e para o computador (es) em rede.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">A grande incógnita prende-se realmente com o conteúdo da educação à distância e dos seus pressupostos teóricos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">De acordo com a investigação, seja o ensino à distância seja presencial, o mesmo deve ser bom, os alunos querem bons professores.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Os conteúdos para o ensino à distância devem assentar em cinco pilares (Miranda, 2008 cita Egbert e Jessup, 1996, citados por Guerreiro, 2001):</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- materiais pedagógicos de excelente qualidade;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- métodos e estilos de ensino bem concebido com apoio efectivo aos estudantes;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- currículos significativos dando resposta a necessidades reais;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- abordagem inovadora dos currículos;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- avaliação formativa e sistemática.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">As abordagens do ensino à distância são dominadas actualmente pelo processamento da informação ou abordagem instrucionista ou pela abordagem construtivista.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Enquanto primeira abordagem valoriza a memória (de curto prazo ou de trabalho e a organização da informação. Assim é sugerido que para contrariar o “efeito da dispersão da atenção” provocado pelo uso do computador, os programas contemplem a visão e audição enquanto fontes e informação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">A abordagem construtivista ao valorizar os processos de construção do conhecimento sustenta-se nos recursos que este dispõe e na colaboração e prática que desenvolve.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Nenhum dos modelos se apresenta como superior existindo normalmente a tendência para usar ambos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Miranda (2008) alerta para o facto de o ensino à distância requerer do utilizador o seguinte perfil:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- capacidade de auto-disciplina e motivação;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- capacidade e gestão do tempo;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- capacidade de exprimir as ideias e pensamentos através da escrita;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- capacidade de aceitar a crítica dos outros (sujeitos resilientes);</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- competências de informática;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">- capacidade de partilhar experiências confortavelmente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">A investigação tem mostrado que a utilização dos ambientes e aprendizagem se tem revelado favorável sobretudo para os alunos com dificuldades e favorece o desenvolvimento de atitudes mais positivas dos alunos face à aprendizagem através do computador. Contudo os resultados estão amplamente dependentes da organização escolar, dos professores, e da interacção professor aluno (Miranda, 2008).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Miranda (2008) realça que “os programas precisam de operadores competentes para funcionarem eficazmente, neste caso os professores”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Para concluir, gostaria de expressar quão prazeirosa foi para mim a leitura do artigo comentado acima, pela sua clareza e contributo para a compreensão do tema que é aprendizagem com as tecnologias.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&quot;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&quot;"><em><span style="text-decoration:underline;">Referências bibliográficas:</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&quot;">Miranda, G. L. (2008). Teorias da aprendizagem e aplicações educativas programáveis. (Texto não Publicado?). pp. 1- 48.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emiliabaliza.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emiliabaliza.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emiliabaliza.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emiliabaliza.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emiliabaliza.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emiliabaliza.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emiliabaliza.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emiliabaliza.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emiliabaliza.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emiliabaliza.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emiliabaliza.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emiliabaliza.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emiliabaliza.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emiliabaliza.wordpress.com/32/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=32&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Mapa de Conceitos &#8211; Integração Curricular das TIC</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 00:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emiliabaliza</dc:creator>
				<category><![CDATA[currículo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=29&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2008/11/ictic-mapa-conceptual1.jpg"></a><a href="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2008/11/ictic-mapa-conceptual2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-40" title="ictic-mapa-conceptual2" src="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2008/11/ictic-mapa-conceptual2.jpg?w=500&#038;h=218" alt="ictic-mapa-conceptual2" width="500" height="218" /></a><a href="http://emiliabaliza.files.wordpress.com/2008/11/mapaitica.pdf"></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/emiliabaliza.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/emiliabaliza.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/emiliabaliza.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/emiliabaliza.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/emiliabaliza.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/emiliabaliza.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/emiliabaliza.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/emiliabaliza.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/emiliabaliza.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/emiliabaliza.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/emiliabaliza.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/emiliabaliza.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/emiliabaliza.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/emiliabaliza.wordpress.com/29/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=emiliabaliza.wordpress.com&amp;blog=5306528&amp;post=29&amp;subd=emiliabaliza&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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